Neste momento, é difícil não externar todo o processo anti-didático que eu e a maioria dos estudantes no Brasil estamos inseridos.
Digamos, a pedagogia do ensino nos permite indagar que não é simples o ofício de ensinar.
Os noticiários insistem em mostrar os níveis de qualidade educacionais em deferentes localidades do país, do pré-escolar ao ensino superior. Nesse último, que recebe mais investimento oriundo do governo brasileiro, é um questionamento a respeito.
Não basta ler e explicar o texto que o estudante leu em casa ou equivalente.

O que se observa nas universidade brasileiras são professores apaixonados pelos respectivos objetos de estudo, mas com pouca capacidade de transmitir esse encanto para os que se encontram sentados a esperar pela reflexão estimulada pelo diálogo estudante – professor.
Essa característica é dominante e, quando, “como num passe de mágica”, aparece algum professor que está disposto a te mostrar como o conhecimento pode ser adquirido de maneira prazerosa e instigante, há espanto e surpresa inicial.
Talvez, por isso, a denominação autodidata tenha se encaixado tão bem aos acadêmicos nos últimos tempos.
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