Aqui.

22 11 2008

Cá estou eu.

Presa na cadeira.

A porta está aberta e tenho liberdade para sair. Mas estou limitada pela subjetividade das regras sociais.

Não quero mas devo.

E se aqui eu não quizer estar?

E que te disse que há essa possibilidade?

O que você chama de liberdade deveria ter outra denominação.





Transmissão do conhecimento como ofício

4 10 2008

Neste momento, é difícil não externar todo o processo anti-didático que eu e a maioria dos estudantes no Brasil estamos inseridos.

Digamos, a pedagogia do ensino nos permite indagar que não é simples o ofício de ensinar.

Os noticiários insistem em mostrar os níveis de qualidade educacionais em deferentes localidades do país, do pré-escolar ao ensino superior. Nesse último, que recebe mais investimento oriundo do governo brasileiro, é um questionamento a respeito.

Não basta ler e explicar o texto que o estudante leu em casa ou equivalente.

 

O que se observa nas universidade brasileiras são professores apaixonados pelos respectivos objetos de estudo, mas com pouca capacidade de transmitir esse encanto para os que se encontram sentados a esperar pela reflexão estimulada pelo diálogo estudante – professor.

Essa característica é dominante e, quando, “como num passe de mágica”, aparece algum professor que está disposto a te mostrar como o conhecimento pode ser adquirido de maneira prazerosa e instigante, há espanto e surpresa inicial.

Talvez, por isso, a denominação autodidata tenha se encaixado tão bem aos acadêmicos nos últimos tempos.