A ansiedade é uma das sensações que mais fazem mal ao organismo. Os efeitos colaterais lembram sintomas de gastrite nervosa.
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O exercício constante da paciência
Qua Nov, 2008 · 3 Comentários
Você nunca vai ter controle de tudo sempre.
Acredite.
Mesmo que você evite brigas através de formas existentes e inexistentes. Não dá.
Você está no lugar certo. O ambiente é o certo ou pelo menos quase certo. Mas a pessoa não é a certa.
Por mais que tentes ser a paciência em pessoa, sempre há aquele (a), ou aquilo, que vai te fazer perder a cabeça.
Perder a cabeça…
Esse sentimento, essa sensação inquietante de querer e não querer/poder extravasar. Um sentimento convencionalmente denominado de ”ruim”, mas que é de uma fortaleza e coragem capaz de mudar montanhas de lugar. Jogar para fora tudo o que ficou guardado por um tempo. Um bom tempo.
É assim que funciona uma panela de pressão.
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Você tem livros a ler em seus aposentos numa situação de espera em uma fila interminável?
Qui Nov, 2008 · 4 Comentários
Cada vez que olha detalhadamente cada um dos livros* se sente ruim por ainda não ter tido tempo de lê-los?
Seja bem vindo!
A cada dia que passa, a velocidade midiática nos proporciona essa sensação, cada vez mais presente, de frustação.
* A palavra livros pode ser facilmente substituída por revistas, caso necessário.
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O que seria do ser humano sem o sonho?
Qui Nov, 2008 · 1 Comentário
Alguns exageram e continuam num sonho desenfreado e desencorajado de possível realização.
Enfrentam os problemas e passam a crer que, assim como aconteceu com o vizinho, o sonho é uma perda de tempo. Algo impossível de ser realizado. É o tipo de pessoa que nem, ao menos, se deu a oportunidade de tentar e matou a felicidade que se tem ao sonhar.
Já outros, põem o sonho como meta na vida. Um norte, um caminho em direção ao qual possa se guiar e caminhar. Algo que faça valer a pena e que seja preciso lutar para conseguir. Mas, é importante lembrar, algo paupável. Em outras palavras, algo que possa ser realizado apesar de difícil.
O sonho é o grande impulsionador da vontade que, por sua vez, impulsiona as ações em busca das realizações. Assim, o mundo a sua volta é uma realização que foi fruto de ações que foram impulsionadas pela vontade causada pelo sonho de alguém que um dia se deixou sonhar.
Violência contra a mulher diminuiu?
Dom Fev, 2008 · Deixe um comentário
Segundo o relatório da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM) a violência contra a mulher diminuiu 11,1% em Manaus durante o ano de 2007. Em entrevista ao jornal “A Crítica” de 19 de janeiro de 2008, Joelma Ribeiro, delegada plantonista da DECCM, informa que por tornar a penalidade mais severa e impedir a retirada de queixas, a chamada Lei Maria da Penha auxilia na redução dos casos de violência contra a mulher.
Mais conhecida como Lei Maria da Penha, a Lei de Violência Doméstica Familiar lida com a violência associada às mulheres de todas as idades, amparando-as. Essa lei se constitui como o primeiro instrumento legal e legítimo para enfrentar as formas de violência doméstica, representando um marco no posicionamento jurídico brasileiro em relação a esse tema. Porém, há muitos relatos de casos de violência contra a mulher que deixam de ser denunciados.
De acordo com Débora Cavalcante Siqueira, 19, moradora do bairro Parque Dez de Novembro, as ocorrências na chamada “delegacia da mulher” estão diminuindo por causa do medo de denunciar. Para ela, as agressões não cessaram. “As mulheres são violentadas muitas vezes porque querem. Não têm coragem de denunciar seus maridos por medo dos filhos saberem que seu pai pode ser preso” declara.
“O principal motivo é a insegurança e a fragilidade em que as vítimas se encontram”, afirma Rebeca Mota Souza, 21, moradora do bairro Cidade Nova, “é muito fácil elas irem fazer a denúncia e amanhã os agressores estarem livres para agredir de novo. Logo, elas têm medo de serem violentadas e não denunciam” complementa.
Outra causa que contribui para as mulheres não denunciarem as agressões é a preocupação com o estado emocional dos filhos. Tainá Castro Peñaranda, 20, moradora do bairro Flores, acredita que a Lei Maria da Penha ampara as mulheres, mas não é suficiente para garantir o esgotamento de casos de violência que têm mulheres como vítimas. “Agora não se pode retirar queixas. Antes o cara batia, depois ameaçava a vítima e ela ia retirar a ocorrência. Hoje não pode mais fazer isso. Na maioria das vezes, por medo e não ter como se sustentar, as mulheres acabam acreditando que os agressores vão mudar e continuam nessa situação”.
Há mulheres que têm medo de serem ameaçadas pelos agressores. Mesmo assim, Maria da Guia Silva, 47, moradora do bairro da Chapada, destaca a importância que as denúncias têm para que o número de violência contra a mulher diminua. “As vítimas têm que denunciar. Às vezes, a pessoa tem medo. Tendo medo, ou não, o certo é denunciar, senão a violência continua”.
De acordo com a professora Ivânia Vieira, professora da Universidade Federal do Amazonas, a luta pelo incentivo à denúncia não é simples. Segundo ela, as vítimas têm que responder pela manutenção de filhos ou de outras pessoas agregadas e estão muitas vezes sozinhas nessa tarefa. “Há toda uma estrutura funcionando secularmente contra ela, dizendo ‘é melhor você aceitar’, ‘é o pai dos seus filhos’, ‘não desista, ele é um bom quando não lhe agride. Este é um cenário muito complicado. Não é fácil” lembra.
A presidente do conselho municipal dos direitos das mulheres, Socorro Papoula, atenta, em declaração concedida ao jornal “A Crítica” de 19 de janeiro de 2008, para o fato de ainda ser cedo para se comemorar sobre esse novo número de ocorrências relacionado à violência contra a mulher. “Não podemos ignorar o fato de que a maioria dos casos de violência contra a mulher sequer chegam a ser denunciados” conclui.
Matéria via Jornal Laboratorial “O Repórter”.
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Ser humano atual: moderno e distante da clonagem
Sáb Dez, 2007 · 1 Comentário
Clones?

Clone humano ainda se constitui como um mito para a maioria da população. Mesmo estando na era da informação, a problemática da clonagem ainda não está clara no imaginário popular.
A falta de incentivo brasileiro nesse aspecto, seja na promoção de palestra, debates ou na divulgação do assunto mostra-se como fator primordial na análise da problemática da clonagem.
No Brasil, pouquíssimas pesquisas são realizadas no aspecto da biotecnologia. Isso ocorre devido à ausência de investimentos governamentais que incentivem a pesquisa nesse aspecto. Como consequência disso, a população acaba por não obter o conhecimento necessário para a formação e desenvolvimento de uma consciência capaz de analisar, de forma mais completa, as vantagens e desvantagens de se introduzir os clones à realidade. Sem esse embasamento teórico, não há como proporcionar debates e/ou palestras que informem e contribuam para a opinião popular sobre a questão dos clones. A lei de Biossegurança, que proíbe a manipulação e produção de clones no Brasil, ratifica o distanciamento que o povo brasileiro possui em relação ao conhecimento científico sobre clonagens.
Dessa forma, faz-se necessário os incentivos por parte do governo, e consequentemente da sociedade, para motivar as pesquisas que aprofundem e atinjam o conhecimento científico. Assim, pode-se contribuir para um melhor conhecimento da população em geral sobre esse âmbito sobre esse âmbito da biotecnologia que se mostra como a solução de alguns obstáculos à vida, como doenças que podem ser curadas a partir da manipulação de órgão clonados.
Clones?
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