Minha vez de falar

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Vixe!

Sáb Jan, 2009 · 5 Comentários

Vixe!

A coisa mais bonita da vida
É ver uma amizade começar
Que pode acontecer em uma sala de aula
Ou nas cadeiras de uma mesa de um bar

Gostávamos das aulas de português
Mas não foi de primeiro que agradei
Deve ter sido a falta do tempero baiano
Que ela não percebeu em meu molho japonês

Quando se tem um amigo
temos uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do nosso coração.

Tudo que escreverei
Falará de amor em poesia
Onde a harmonia é o tom
E a amizade à fonte de vida

Um lindo sentimento se aproxima
Inspirando acanhadas palavras sobre o papel
Criando um chorrilho de imagens
De quando você morava lá no céu

Sei minha querida amiga
Que o amor contigo estará
Vai ter o nome de Mario
E o sobrenome Tayah

Porque o Antonio é apenas amigo
Que nem sabe se vai casar
Mas tenho uma coisa aqui comigo
Verei a união de Gi e Tayah

Soluços e suspiros escrevem para ti
Pensamentos e palavras chegam ate o Alto
Dizendo: Obrigado meu Deus
Por ter posto a Gi ao meu lado

Termino essas fases com muita alegria
Provocando sorrisos no rosto da baianinha
Que chega de mancinho em nossa vida
E continua sem menor intenção de despedida.

Antonio Hidaka

São poucas pessoas que atualmente conseguem me impressionar. O Tony é um deles. Uma das pessoas mais maravilhosas que eu conheço! ^^

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Qui Nov, 2008 · 2 Comentários

Você estuda mídias. Você aprende e continua aprendendo sobre mídias. Você conhece um pouco mais sobre mídias do que a taxa normal da maioria das pessoas. Você consegue ver muitas iniciativas de desenvolvimento que trazem benefícios para a sociedade vindas das mídias. Você percebe mazelas nas mídias. Você indentifica a causa de muitos problemas existentes na sociedade. Você têm acesso às ferramentas que pode mudar toda essa situação. Você tenta mudar o mundo com seus atos. Você conhece a frase: “É preciso cultivar alguns tipos de relacionamentos. Eles podem vir a ser fontes importantíssimos”. Você aprende a se conter. Você começa a manter as opiniões para os mais próximos.

O tempo vai passando.

Você sabe como críticar as mídias.

Mas agora você trabalha na mídia.

Você É parte integrante da mídia.

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Plantando Saber: Amazônia Valorizada.

Sáb Mai, 2008 · Deixe um comentário

Fundado em 2006 pelo jornalista Wilis Souza e desenvolvido na região do Puraquequara, na zona leste de Manaus, o projeto sócio-ambiental, “Plantando Saber”, se destaca no cenário mundial por mostrar como valorizar a cultura amazônica e auxiliar a comunidade local com cursos a partir de produtos da região.
Contando com o apoio de voluntários, o projeto oferece cursos de tapeçaria, jardinagem, marcenaria, serigrafia, língua espanhola e inglesa. “O primeiro curso, que eu ministrei”, explica Wilis, “foi de entalho em madeira para produção de peças decorativas, aproveitando uma serraria aqui próxima que desperdiça muitos fragmentos de árvores”. Outros cursos oferecidos são: Confecção em sabonetes, ministrados por funcionários da Instituição Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Bijuterias regionais e bio-jóias (compostas por sementes regionais e strass), no qual muitos dos alunos foram
contratados pela Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (FUCAPI).
De acordo com Denira Farias, professora voluntária do curso de Língua Espanhola do projeto, os coordenadores não recebem salários pelos cursos ministrados. Pelo contrário, para ela contribuir com a cidadania e com os jovens é muito gratificante. “Esse ano fizemos feijoadas e bingos com o objetivo
de arrecadar dinheiro para cobrir a cabana onde são realizados os cursos. Para levar à frente tem que ter muita boa vontade. Estamos começando”, disse. Cerca de 150 pessoas já foram beneficiadas pela iniciativa e se profissionalizaram com o conhecimento adquirido no projeto. Jorge Araújo, coordenador do curso de sementes regionais, informa que o trabalho é realizado com pessoas que, na maioria das vezes, estudaram até a quinta série.

“Plantando Saber” foi reconhecido em âmbito nacional e mundial ao ser representado por Jorge em vários locais como Natal, no Rio Grande do Norte, São Paulo, patrocinado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE e países como a Alemanha e Estados Unidos. Segundo ele, foram encaminhadas aproximadamente 250 bijuterias produzidas nos cursos do projeto para o mercado americano. “Todo o material utilizado na fabricação das bijuterias regionais e bio-jóias são coletados. As pessoas gostam do brilho da madeira natural. Os manauenses não se interessavam por esses acessórios
como os estrangeiros. Agora que eles (amazonenses) estão começando a valorizar. Já se vê as bijuterias no lugar de ouro e prata. Antes o pessoal falava que eram colares de macumbeiros, mas agora a moda pegou e esse pensamento está mudando. Muitos artistas da tevê já usaram as minhas bijuterias regionais”, orgulha-se Jorge.

Wilis Souza destaca ainda que o desenvolvimento de projetos como esse contribui de maneira significativa para o fortalecimento da cultura amazônica, incentivando o modo de vida local e não somente de outros países. “Em alguns pontos de Manaus, os jardins já são feitos com palmeiras de açaí, bacaba e paxiúba, o que não acontecia antes. Hoje se tem uma cultura direcionada às nossas plantas” complementa.

Matéria via Jornal laboratorial “O Repórter”.

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Oh, moda!

Qui Abr, 2008 · 1 Comentário

Agora a bola da vez é a calça de cintura alta.

Ok. Mas quantas de nós vestiria uma calça dessas há um tempo atrás?

“Só porque a personagem da novela usa eu também vou usar. Afinal, é tão bonito esse tipo de calça!”

Impensável em alguns meses.

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Telefone público? Esquece. Telefone celular? idem.

Seg Mar, 2008 · Deixe um comentário

Mesmo com o uso cada vez maior do celular, os acadêmicos da Ufam continuam sofrendo com a ineficiência dos telefones públicos da instituição.

Dos orelhões existentes na universidade, dois situam-se no Instituto de Ciências Humanas e Letras, dois na Faculdade de Tecnologia e dois no Instituto de Ciências Biológicas. Mas a maioria deles não funciona ou se encontra danificado. ”Uma vez eu fui telefonar e tinha uma plaquinha lá dizendo que telefone estava surdo e mudo. Além de não funcionar ainda ficam gozando com nossa cara. Não pega nenhum dos telefones públicos ali não”, afirma Poliana Galdino, 18, acadêmica do 4º período do curso de Serviço Social.

Diante dessa situação crítica, André Luiz, responsável pelos equipamentos da Ufam, afirma que a universidade já entrou em contato várias vezes com a companhia telefônica da cidade, mas ela nunca atende à solicitação de conserto e manutenção dos telefones.

Solução?

Usa o celular. Mas como? Nem o celular tem sinal direito no campus!

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Violência contra a mulher diminuiu?

Dom Fev, 2008 · Deixe um comentário

Segundo o relatório da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM) a violência contra a mulher diminuiu 11,1% em Manaus durante o ano de 2007. Em entrevista ao jornal “A Crítica” de 19 de janeiro de 2008, Joelma Ribeiro, delegada plantonista da DECCM, informa que por tornar a penalidade mais severa e impedir a retirada de queixas, a chamada Lei Maria da Penha auxilia na redução dos casos de violência contra a mulher.

Mais conhecida como Lei Maria da Penha, a Lei de Violência Doméstica Familiar lida com a violência associada às mulheres de todas as idades, amparando-as. Essa lei se constitui como o primeiro instrumento legal e legítimo para enfrentar as formas de violência doméstica, representando um marco no posicionamento jurídico brasileiro em relação a esse tema. Porém, há muitos relatos de casos de violência contra a mulher que deixam de ser denunciados.

De acordo com Débora Cavalcante Siqueira, 19, moradora do bairro Parque Dez de Novembro, as ocorrências na chamada “delegacia da mulher” estão diminuindo por causa do medo de denunciar. Para ela, as agressões não cessaram. “As mulheres são violentadas muitas vezes porque querem. Não têm coragem de denunciar seus maridos por medo dos filhos saberem que seu pai pode ser preso” declara.

“O principal motivo é a insegurança e a fragilidade em que as vítimas se encontram”, afirma Rebeca Mota Souza, 21, moradora do bairro Cidade Nova, “é muito fácil elas irem fazer a denúncia e amanhã os agressores estarem livres para agredir de novo. Logo, elas têm medo de serem violentadas e não denunciam” complementa.

Outra causa que contribui para as mulheres não denunciarem as agressões é a preocupação com o estado emocional dos filhos. Tainá Castro Peñaranda, 20, moradora do bairro Flores, acredita que a Lei Maria da Penha ampara as mulheres, mas não é suficiente para garantir o esgotamento de casos de violência que têm mulheres como vítimas. “Agora não se pode retirar queixas. Antes o cara batia, depois ameaçava a vítima e ela ia retirar a ocorrência. Hoje não pode mais fazer isso. Na maioria das vezes, por medo e não ter como se sustentar, as mulheres acabam acreditando que os agressores vão mudar e continuam nessa situação”.

Há mulheres que têm medo de serem ameaçadas pelos agressores. Mesmo assim, Maria da Guia Silva, 47, moradora do bairro da Chapada, destaca a importância que as denúncias têm para que o número de violência contra a mulher diminua. “As vítimas têm que denunciar. Às vezes, a pessoa tem medo. Tendo medo, ou não, o certo é denunciar, senão a violência continua”.

De acordo com a professora Ivânia Vieira, professora da Universidade Federal do Amazonas, a luta pelo incentivo à denúncia não é simples. Segundo ela, as vítimas têm que responder pela manutenção de filhos ou de outras pessoas agregadas e estão muitas vezes sozinhas nessa tarefa. “Há toda uma estrutura funcionando secularmente contra ela, dizendo ‘é melhor você aceitar’, ‘é o pai dos seus filhos’, ‘não desista, ele é um bom quando não lhe agride. Este é um cenário muito complicado. Não é fácil” lembra.

A presidente do conselho municipal dos direitos das mulheres, Socorro Papoula, atenta, em declaração concedida ao jornal “A Crítica” de 19 de janeiro de 2008, para o fato de ainda ser cedo para se comemorar sobre esse novo número de ocorrências relacionado à violência contra a mulher. “Não podemos ignorar o fato de que a maioria dos casos de violência contra a mulher sequer chegam a ser denunciados” conclui.

Matéria via Jornal Laboratorial “O Repórter”.

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Jornalismo e a escrita livre

Sex Fev, 2008 · 1 Comentário

A maioria dos acadêmicos que ingressam no curso de Comunicação adora a escrita. Essa, aliás, é uma das principais razões pela entrada dos jovens na universo acadêmico de jornalismo.
Muitos entram na faculdade munidos com seus blogs de periodicidade razoável dando opinião sobre os acontecimentos.

A liberdade que a internet nos proporciona realmente é considerável. É a partir dela que podemos escrever, escrever, escrever e transmitir em palavras o que pensamos acerca de tudo a nossa volta. Os blogs são apenas um exemplo. O que quero destacar é que grande parte dos novatos no curso de jornalismo chegam ao meio acadêmico ávidos pela escrita.

Com o passar dos períodos, é natural começar a aparecer certos comentários:

- “Poxa. Lá no meu grupo de pesquisa, o professor cortou grande parte do meu texto”.

É. E todo o romantismo do jornalismo e a síndrome de Clark Kent vão por água abaixo.

E o capital vai na frente, deixando a responsabilidade social lá atrás…

É. Ainda bem que tem os blogs. Pelo menos até agora não inventaram nenhum mecanismo pra censurar o conteúdo opinativo deles. Falo opinativo. Não os clássicos proibidos, como pornografia, racismo, pedofilia e outros da família.

Mas deixa pra lá. Vamos voltar a vida de futura especialista em generalidades.

Não, não. Apesar de parecer, não é exatamente um texto auto-biográfico.

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Qual sua visão atual da Realidade Sócio-Econômica Política Brasileira?

Ter Out, 2007 · 6 Comentários

O Brasil que se destaca pela biodiversidade e pela variabilidade da cultura, também se constitui diferente na realidade social-econômica política.

No aspecto social, percebe-se a desigualdade negligenciada pelas autoridades detentoras do poder, levando aos menos favorecidos a falta de assistência no campo da saúde, educação, esportes e lazer, ou seja, priva-se o indivíduo do direito a cidadania. Além disso, há a discriminação racial, ainda que encoberta pela hipocrisia.

No campo econômico, observa-se uma boa situação do país, principalmente se forem considerados as exportações, a agricultura, o turismo, os pólos industriais e o empreendedorismo sulista. Tais características, dentre outras, foram as que elevaram a nomenclatura do país, de subdesenvolvido a emergente.

Já no âmbito político, discute-se sobre ética. Inúmeros atuantes da área abusam do poder, fazendo mau uso dele. E, com isso, é esquecido o verdadeiro sentido de política e democracia, ambos nominalmente vigentes aqui no país. Perde-se a contagem dos desvios ocorridos, dos monopólios e todos os outros elementos que compõem a corrupção presente no cenário político brasileiro. Além desses, ainda há aqueles que até desejam aplicar os princípios políticos básicos para o desenvolvimento do estado nacional, mas chegando ao poder de decisão é corrompido. Por sua vez, a maioria da população que não possui opinião crítica por não ter nem acesso a um educação de qualidade, é constantemente alienada e manipulada de acordo com os interesses da classe dominante. Juntos, os aspectos social, econômico e político acima citados revelam a visão do cenário brasileiro.

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Infrações de trânsito: ausência de conhecimento ou de responsabilidade?

Qua Out, 2007 · 6 Comentários

Aos 18 anos, o indivíduo possui idade suficiente para se matricular nas aulas de legislação e direção de trânsito. Nessa aulas são transmitidos conhecimentos fundamentais para que o futuro motorista possa estar apto a usar o volante sem arriscar vidas.

Todo o ano cresce o número de jovens que adquire a Carteira Nacional de Habilitação – CNH -, em proporções assustadoras cresce também o número de acidentes de trânsito no país. É comum a imprensa publicar notícias sobre as infrações de trânsito cuja principal consequência são perdas de milhares de vidas por ano.

Eis então, que surge a questão: O aumento no indice de acidentes de trânsito pode estar relacionado a possíveis falhas no processo de formação daqueles que dedicam dinheiro e tempo para conquistarem a CNH?

Outro fator que parece responder às perguntas relacionadas ao aumento dos acidentes diz respeito à cultura do brasileiro. Apesar das leis existirem a maioria deixa de ser obedecida. Por exemplo, quantas vezes você já deixou de usar o cinto de segurança?

De acordo com o Código Nacional de Trânsito – CONTRAN, as principais infrações catalogadas e classificadas como crime de trânsito são:

1 – Não usar o cinto de segurança

2 – Mudanças de faixa sem sinalizar

3 – Velocidades acima do permitido

4 – Braços para fora do veículo

5 – Girar à esquerda sem sinalizar a seta

6 – Usos do celular

7 – Estacionar na faixa de pedestre

8 – Avanço em sinal vermelho

9 – Avanço em parada obrigatória

10 – Estacionar na faixa de retenção

O descumprimento da lei chega a ser cometido tanto por motoristas de diferentes faixas etárias como por agentes de trânsito que se deixam corromper por condutores irresponsáveis que ferem às leis de trânsito e não desejam a multa como punição.

A consciência de quem ganha o direito de dirigir não deve depender dos deveres para com a legislação ou do comportamento do próximo. É importante considerar que as leis de trânsito foram elaboradas com a finalidade de organização e proteção ao ser humano.

Assim, a infração de hoje pode ser mais um indivíduo na lista de vítimas de trânsito de amanhã.


 

* Lembra aí, quantas vezes viu acidentes ocorrerem por causa da impaciência no trânsito?

Salve a vida dos outros e a sua: obedeça as leis de trânsito.

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Novela: Válvula de escape dos problemas diários do ser humano.

Dom Set, 2007 · 5 Comentários

No shopping:

No Amazonas shopping, estava eu e a Jessica (amiga do curso de Turismo/UEA) na terça-feira, mais precisamente no dia do penúltimo capítulo da novela “Paraíso Tropical”, e tivemos uma experiência de exclusão. Todos os seres presentes na praça de alimentação do shopping encontravam-se ávidos por cada segundo da trama que estava chegando ao fim. Consumidores, funcionários das lojas, funcionários responsáveis pela limpeza…todos parados assistindo a TV. E, de fora, avistamos essa cena como se observássemos um sociedade à qual não pertencêssemos.

Durante a semana, foram inúmeros os comentários que tive que ouvir sobre essa trama (¬¬) :

Na faculdade de Turismo:

Fulana: Quem você acha que matou a Taís?

Sicrana: Rapaz, num sei ó..estou doida pra ver o capítulo de hoje…

Na faculdade de Jornalismo:

Professor 1: – Gente! Tenho só mais uma pergunta antes de liberar vocês para o intervalo…Quem matou a Taís???

Professor 2: – Eu assisto a novela mesmo! Sou noveleiro e assumo! Mas tenho uma desculpa aceitável. Assisto para poder criticar…

Em família:

- Girlene, muda pra Globo porque já deve ter começado “Paraíso Tropical” !!

- Quem será que matou a Taís? Quem? Quem?

- Eu sabiiiiiiiiiiiiia que tinha sido o Olavo que tinha matado ela!! Sabia! Sabia!

No intervalo da faculdade de Turismo:

- Espera mana! Estou assistindo “Paraíso Tropical” !

No curso de inglês:

Teacher: - Como assim!! A Girlene não gosta de novelas??? Num acredito!!!

—————————— x ————————–

Hellooooooooooooooooo!

O que tenho a ver com isso?

A persuasão que a mídia, principalmente a novela, exerce em relação a sociedade é abusiva. Muitas pessoas param suas respectivas atividades para acompanhar dramas e fazer a catarse de cada dia.

  • Agora chega o momento de analisar:
  1. Quantas modas se aderiu por causa da tal novela?
  2. Quantos pensamentos foram deturpados por causa dela?
  3. Quantas atitudes foram modificadas?
  4. Contribuiu ou danificou?

Fica a análise de cada um.

O que a novela contribuiu na minha vida mesmo??

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