Minha vez de falar

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English graduation day!

Ter Dez, 2008 · 3 Comentários

Gente, minha graduação em língua inglesa foi dia 17/12 e a idéia era escrever esse post em inglês obviamente. Mas, a Dajna, colega de formatura, fez isso antes. ¬¬

Enfim, foram 4 anos de inglês no Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos (ICBEU) daqui de Manaus e foram anos bem válidos, com certeza. [

É certo que vou continuar no ICBEU nos próximos dois anos, fazendo o Conversation e o Advanced na Língua Inglesa, mas essa época, esse momento de tarefa cumprida é muito importante principalmente pelo fato de eu ter entrado no ICBEU por meio de teste de nivelamento (não gostava da capitalissíma escola nacional de idiomas em que estudei meu primeiro ano de inglês) . De qualquer forma, estar se sentindo mais segura em uma língua que não é a sua língua materna é de sensação sem igual. ^^

Formandos ICBEU - Teatcher Fabian

 

Yes! I did it!!!! =D

Nada mais original, não é mesmo? hehehehe!

Mais fotos em um dos álbuns do meu perfil no Orkuthttp://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=12954789578952493806&aid=1229626779

E que venha o Conversation! 0/

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Leitura rápida: Garfield! =)

Dom Dez, 2008 · 3 Comentários

Além de se tratar de um gato (eu já disse aqui que amo felinos?), o Garfield dispensa apresentações, não é mesmo?

O preguiçoso, fofinho, arrogante e cativante Garfield foi uma das grandes sacadas de Jim Davis.

A versão pocket (de bolso) do livro Garfield e seus amigos faz parte de uma coleção da editora L&PM Pocket sobre o Garfield.

São tirinhas do gato selecionadas no livro. Todas assinadas pelo Jim Davis, o norte-americano que criou Garfield em 1978 e esse, desde então, figura em tiras publicadas diariamente em mais de 2,6 mil jornais do mundo inteiro.

 

Garfield e seus amigos

 

Leitura de uma hora que amei! =)

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Viciadamente internauta

Ter Nov, 2008 · 3 Comentários

Por se tratar de um meio que, atualmente, se comporta como a única capaz de concentrar quase todas as mídias existentes, a internet é uma mídia viciante.

O fato de poder estar em contato com qualquer página de qualquer assunto e dependendo somento do critério de escolha do usuário faz da internet um dos meios mais acessados.  

São muitos os motivos para se passar bastante tempo na internet: sites de relacionamentos, messengers, sites com as mais variadas fontes de informações…

A questão é: quem aqui passa o tempo que esperava passar na internet?

Ou melhor? Quem aqui tenta se policiar mas, na maioria das vezes, passa mais tempo na internet do que o pretendido?

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Acompanhe comigo:

Qui Nov, 2008 · 2 Comentários

Você estuda mídias. Você aprende e continua aprendendo sobre mídias. Você conhece um pouco mais sobre mídias do que a taxa normal da maioria das pessoas. Você consegue ver muitas iniciativas de desenvolvimento que trazem benefícios para a sociedade vindas das mídias. Você percebe mazelas nas mídias. Você indentifica a causa de muitos problemas existentes na sociedade. Você têm acesso às ferramentas que pode mudar toda essa situação. Você tenta mudar o mundo com seus atos. Você conhece a frase: “É preciso cultivar alguns tipos de relacionamentos. Eles podem vir a ser fontes importantíssimos”. Você aprende a se conter. Você começa a manter as opiniões para os mais próximos.

O tempo vai passando.

Você sabe como críticar as mídias.

Mas agora você trabalha na mídia.

Você É parte integrante da mídia.

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Você tem livros a ler em seus aposentos numa situação de espera em uma fila interminável?

Qui Nov, 2008 · 4 Comentários

Cada vez que olha detalhadamente cada um dos livros* se sente ruim por ainda não ter tido tempo de lê-los?

Seja bem vindo!

A cada dia que passa, a velocidade midiática nos proporciona essa sensação, cada vez mais presente, de frustação.

 

* A palavra livros pode ser facilmente substituída por revistas, caso necessário.

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Quer ser um sábio? Prepare-se para ser um chato aos olhos de muitos.

Qui Nov, 2008 · 1 Comentário

A aquisição de conhecimento é diretamente proporcional ao nível de criticidade do indivíduo. Ou, pelo meno, deveria ser. Ao passo que você vai acrescentando experiências na famosa bagagem da vida, o risco de se tornar uma pessoa chata e intransigente, na visão das pessoas ao seu redor, é maior. De forma que o número de críticas tuas, que inclusive são embasadas, possam ser interpretadas como simples reclamação dispensável.

Poucos compreenderão.

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Transmissão do conhecimento como ofício

Sáb Out, 2008 · 3 Comentários

Neste momento, é difícil não externar todo o processo anti-didático que eu e a maioria dos estudantes no Brasil estamos inseridos.

Digamos, a pedagogia do ensino nos permite indagar que não é simples o ofício de ensinar.

Os noticiários insistem em mostrar os níveis de qualidade educacionais em deferentes localidades do país, do pré-escolar ao ensino superior. Nesse último, que recebe mais investimento oriundo do governo brasileiro, é um questionamento a respeito.

Não basta ler e explicar o texto que o estudante leu em casa ou equivalente.

 

O que se observa nas universidade brasileiras são professores apaixonados pelos respectivos objetos de estudo, mas com pouca capacidade de transmitir esse encanto para os que se encontram sentados a esperar pela reflexão estimulada pelo diálogo estudante – professor.

Essa característica é dominante e, quando, “como num passe de mágica”, aparece algum professor que está disposto a te mostrar como o conhecimento pode ser adquirido de maneira prazerosa e instigante, há espanto e surpresa inicial.

Talvez, por isso, a denominação autodidata tenha se encaixado tão bem aos acadêmicos nos últimos tempos.

 

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Latifoliadamente molhadas

Sáb Out, 2008 · 1 Comentário

Através do vidro embaçado pela umidade da chuva vejo as folhas latifoliadas amazônicas agradecendo pela água que veio para saciar a sede.

Assim como folhas latifoliadas das árvores amazônicas, o amazonense agradece pela brisa, desta vez refrescante, que, agora, vem acompanhada de água do tipo pluvial.

Nota-se isso pela expressão dos cidadãos. Estão mais calmos, criativos e dispostos independentemente do cansaço do cotidiano.

Acostumados a reclamar do calor típico, que faz os termômetros da cidade medirem, no mínimo, 35ºC, os contribuintes agora desfrutam desse tempo que lembra o frio e desejam que isso tudo continue.

No restante do país é início de primavera. Aqui, cogita-se a possibilidade da outra estação local: o verão chuvoso. A primeira chama-se apenas verão.

Há cinco anos convivendo com nativos amazoneses, é possível compreeender a diferença que a temperatura pode oferecer a uma sociedade.

 

Chama-se de olhar climatologicamente amazonense.

É bem provável que seja isso o que as folhas verdes latifoliadas insistem em transmitir a mim através do vidro embaçado pela torrencial chuva de hoje.

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Jovens e o pensamento em relação a Amazônia

Seg Jun, 2008 · 2 Comentários

Esses dias, aconteceu o 18º Encontro Nacional dos Estudantes de Design aqui na Ufam. Assim como um bom encontro nacional, o chamado N Design trouxe estudantes vindos dos mais diferentes lugares do país.

De fato, o Encontro deixou bem claro que quando se quer (e se tem dinheiro) dá pra se produzir um evento engrandecedor. Dá só uma olhada no site do evento

A questão é:

Tendo tantas palestras/oficinas sobre várias assuntos interessantíssimos para qualquer acadêmico de Design, por que aqueles insistem em preferir o bar ao lado da faculdade?

Se fosse só isso tudo bem. Afinal, fazer o quê? Cada um escolhe o que quer para o futuro.

Mas vira e mexe os amazonenses (e todos os que moram na região Amazônica) tem que ouvir algum absurdo sobre a Amazônia.

Com jovens de todo o Brasil, que moraram por uma semana aqui na Ufam (sim, o congresso foi do dia 1 a 7 de junho), a gente tinha que ouvir:

“Ah..guri..eu ouvi dizer que tem uns índio aqui perto que deixa agente olhar a casa deles se agente dar umas moedinhas pra eles. Eles são tudo besta..vamo lá?!”

Deixar bem claro que não estou generalizando, mas assim fica difícil. Como agente vai poder defender nossos indígenas com os respectivos direitos, se esse tipo de pensamento ainda está na cabeça de muita gente por aí?
E olha que esse é apenas um caso isolado hein…

Ah. Dura caminhada.

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Plantando Saber: Amazônia Valorizada.

Sáb Mai, 2008 · Deixe um comentário

Fundado em 2006 pelo jornalista Wilis Souza e desenvolvido na região do Puraquequara, na zona leste de Manaus, o projeto sócio-ambiental, “Plantando Saber”, se destaca no cenário mundial por mostrar como valorizar a cultura amazônica e auxiliar a comunidade local com cursos a partir de produtos da região.
Contando com o apoio de voluntários, o projeto oferece cursos de tapeçaria, jardinagem, marcenaria, serigrafia, língua espanhola e inglesa. “O primeiro curso, que eu ministrei”, explica Wilis, “foi de entalho em madeira para produção de peças decorativas, aproveitando uma serraria aqui próxima que desperdiça muitos fragmentos de árvores”. Outros cursos oferecidos são: Confecção em sabonetes, ministrados por funcionários da Instituição Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Bijuterias regionais e bio-jóias (compostas por sementes regionais e strass), no qual muitos dos alunos foram
contratados pela Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (FUCAPI).
De acordo com Denira Farias, professora voluntária do curso de Língua Espanhola do projeto, os coordenadores não recebem salários pelos cursos ministrados. Pelo contrário, para ela contribuir com a cidadania e com os jovens é muito gratificante. “Esse ano fizemos feijoadas e bingos com o objetivo
de arrecadar dinheiro para cobrir a cabana onde são realizados os cursos. Para levar à frente tem que ter muita boa vontade. Estamos começando”, disse. Cerca de 150 pessoas já foram beneficiadas pela iniciativa e se profissionalizaram com o conhecimento adquirido no projeto. Jorge Araújo, coordenador do curso de sementes regionais, informa que o trabalho é realizado com pessoas que, na maioria das vezes, estudaram até a quinta série.

“Plantando Saber” foi reconhecido em âmbito nacional e mundial ao ser representado por Jorge em vários locais como Natal, no Rio Grande do Norte, São Paulo, patrocinado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE e países como a Alemanha e Estados Unidos. Segundo ele, foram encaminhadas aproximadamente 250 bijuterias produzidas nos cursos do projeto para o mercado americano. “Todo o material utilizado na fabricação das bijuterias regionais e bio-jóias são coletados. As pessoas gostam do brilho da madeira natural. Os manauenses não se interessavam por esses acessórios
como os estrangeiros. Agora que eles (amazonenses) estão começando a valorizar. Já se vê as bijuterias no lugar de ouro e prata. Antes o pessoal falava que eram colares de macumbeiros, mas agora a moda pegou e esse pensamento está mudando. Muitos artistas da tevê já usaram as minhas bijuterias regionais”, orgulha-se Jorge.

Wilis Souza destaca ainda que o desenvolvimento de projetos como esse contribui de maneira significativa para o fortalecimento da cultura amazônica, incentivando o modo de vida local e não somente de outros países. “Em alguns pontos de Manaus, os jardins já são feitos com palmeiras de açaí, bacaba e paxiúba, o que não acontecia antes. Hoje se tem uma cultura direcionada às nossas plantas” complementa.

Matéria via Jornal laboratorial “O Repórter”.

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