Coisas inesperadas põem a nossa cuca para pensar.

27 11 2008

Sempre disse (para mim e para os outros) que pegar carona com desconhecidos é arriscado.

E agora venho escrever sobre a carona que peguei ontem com uma desconhecida. (É bem verdade que já havia pegado carona com uma desconhecida antes, mas prometi para mim mesma que seria a primeira e última vez que eu faria isso) Pois bem…

Vou contextualizar-lhe: chego à parada de ônibus relativamente  cedo para ir à faculdade. Sempre me gabei de morar estrategicamente bem e, com isso, transporte coletivo nunca foi um grande problema. Mas ontem…especificamente ontem, Manaus passa o dia com a presença da agradável chuvarada. Tirei um print screen para vocês darem uma olhada:

Chuvarada manauense

(Se clicar cresce!)

E o trânsito, para não ficar por baixo, estava mais complexo que o de costume (Sim! – para você que não conhece Manaus e ainda tem pensamento antigo - aqui tem carro sim! ¬¬).

Depois de estranhos 35 minutos esperando o bendito ônibus, e estando atrasada mais de meia hora, eis que percebo um alguém que resolveu trocar algumas palavras comigo:

- Oi, você vai a Ufam?

- Vou

- Estou indo lá, chamei um táxi. Quer uma carona?

- Tá. (Aquele “tá” mais sem graça do que tudo na vida, lembrando do que eu prometi para mim mesma sobre pegar carona com estranhos. Tudo bem que a garota não representava necessariamente aquele esteriótipo de medo na minha mente tão povoada pelas notícias violentíssimas/sangrentas dos telejornais atuais, mas, de qualquer forma, aquela situação martelava na minha cabeça).

O que eu fiz?

Entrei no táxi, lógico.

De primeira, olhei para a motorista (Sim, era uma mulher dirigindo o táxi. Qual o problema?) e ví que ela não refletia em mim sentimento de amendrotamento. Isso também vale para a garota. Coitada. Estava agoniada por estar atrazada para a prova de Cálculo. (Não cheguei a perguntar o curso dela. Sei que é da Área de Biológicas ou exatas porque foi no mini-campus que ela parou. Mas confesso que ela não tinha cara nem de Biológicas e muito menos de exatas…) Por causa dessa prova, a garota (que até agora não sei qual o nome) estava puro nervo enquanto tentava parecer simpática com a táxista que buscava “voar” naquele trânsito da avenida Efigênio Sales – antigo V8 - (mas ela estando lotada e não como está nesta foto) na tentativa de poder ajudar a garota.

E, nisso, o taxímetro ia se embebedando feliz da vida.

Cena:  A táxista reclamando loucamente do motorista da frente que não deixava ela passar de jeito nenhum. A garota revoltada com o celular dela (um V3 rosa brilhante) que não a deixava falar com alguém da sala dela para guardar lugar para a prova que ela tinha. E eu escrevendo esse texto.

- Você está 5 minutos atrazada, afirmou a taxista (num tom auxiliativo)

- Hum…ok, disse a garota. (louca para sair voando do táxi)

Taxímetro medindo R$ 22, 25.

Dei minha parte. (Eu sei que ela ofereceu carona, mas um bom sentimento de contribuição veio a mim nesse momento )

Desci do táxi. Ela continuou.

Fui ao outro lado do campus em outro ônibus, pensando nesse post e ví o quanto é bom libertar-se dos preconceitos a todo momento que puder.

Fim da história? Ah…no fim das contas ainda cheguei atrasada uns 15 minutos…Rs!





Interior.

26 11 2008

Que saudades dos tempos que passaram e os que não passaram.

Já se sentiu assim?





Viciadamente internauta

25 11 2008

Por se tratar de um meio que, atualmente, se comporta como a única capaz de concentrar quase todas as mídias existentes, a internet é uma mídia viciante.

O fato de poder estar em contato com qualquer página de qualquer assunto e dependendo somento do critério de escolha do usuário faz da internet um dos meios mais acessados.  

São muitos os motivos para se passar bastante tempo na internet: sites de relacionamentos, messengers, sites com as mais variadas fontes de informações…

A questão é: quem aqui passa o tempo que esperava passar na internet?

Ou melhor? Quem aqui tenta se policiar mas, na maioria das vezes, passa mais tempo na internet do que o pretendido?





Vermelho.

23 11 2008

  O amor só é Amor quando passa pela dor.

 





Aqui.

22 11 2008

Cá estou eu.

Presa na cadeira.

A porta está aberta e tenho liberdade para sair. Mas estou limitada pela subjetividade das regras sociais.

Não quero mas devo.

E se aqui eu não quizer estar?

E que te disse que há essa possibilidade?

O que você chama de liberdade deveria ter outra denominação.





Em busca do pensamento livre

21 11 2008

Dentre as coisas mais importantes que você não deveria fazer pelo próprio bem está se fechar para novas idéias.

É incrível como esse mal afeta os mais novos e os mais velhos. Os negros e os brancos. Os humildes e os esnobes. Os instruídos e os desprovidos do conhecimento científico.

Isso também significa fechar-se para as possíveis futuras fontes.

É interessante que esse post pode ser adaptado para as mais variadas áreas da vida. Cabe facilmente no âmbito da política, religião, relacionamento, economia, lazer…Assim, como cabe perfeitamente como uma agulhada para você e para mim.

Isso pode ser diretamente resumido para: liberte-se de todos os seus preconceitos. Os seus próprios preconceitos, os preconceitos vindos das pessoas com quem convive desde criança, os preconceitos vindos das pessoas com quem convive a menos tempo. Isso não significa dizer que vais perder seus príncipios, mas sim que vais respeitar o fato de a verdade não ser absoluta, isto é, você não a tem, assim como eu.

Enfim, liberte-se. E respire produtivamente melhor.





Orkut

20 11 2008

O pessoal da administração do Orkut é tão gentil…

Tentei remover a minha foto principal e apareceu essa janela:

 

(Clica que cresce!) 

Rsrsrs…xD





Mudança

20 11 2008

Vamos fazer uma experiência com o novo nome para o blog:

De “Ora, ora; pois, pois!” para “Minha vez de falar”.

Vontade antiga de mudar.





Acompanhe comigo:

20 11 2008

Você estuda mídias. Você aprende e continua aprendendo sobre mídias. Você conhece um pouco mais sobre mídias do que a taxa normal da maioria das pessoas. Você consegue ver muitas iniciativas de desenvolvimento que trazem benefícios para a sociedade vindas das mídias. Você percebe mazelas nas mídias. Você indentifica a causa de muitos problemas existentes na sociedade. Você têm acesso às ferramentas que pode mudar toda essa situação. Você tenta mudar o mundo com seus atos. Você conhece a frase: “É preciso cultivar alguns tipos de relacionamentos. Eles podem vir a ser fontes importantíssimos”. Você aprende a se conter. Você começa a manter as opiniões para os mais próximos.

O tempo vai passando.

Você sabe como críticar as mídias.

Mas agora você trabalha na mídia.

Você É parte integrante da mídia.





O exercício constante da paciência

19 11 2008

Você nunca vai ter controle de tudo sempre. 

Acredite.

Mesmo que você evite brigas através de formas existentes e inexistentes. Não dá.

Você está no lugar certo. O ambiente é o certo ou pelo menos quase certo. Mas a pessoa não é a certa.

Por mais que tentes ser a paciência em pessoa, sempre há aquele (a), ou aquilo, que vai te fazer perder a cabeça.

Perder a cabeça…

Esse sentimento, essa sensação inquietante de querer e não querer/poder extravasar. Um sentimento convencionalmente denominado de ”ruim”, mas que é de uma fortaleza e coragem capaz de mudar montanhas de lugar.  Jogar para fora tudo o que ficou guardado por um tempo. Um bom tempo.

É assim que funciona uma panela de pressão.