Novela: Válvula de escape dos problemas diários do ser humano.

30 09 2007

No shopping:

No Amazonas shopping, estava eu e a Jessica (amiga do curso de Turismo/UEA) na terça-feira, mais precisamente no dia do penúltimo capítulo da novela “Paraíso Tropical”, e tivemos uma experiência de exclusão. Todos os seres presentes na praça de alimentação do shopping encontravam-se ávidos por cada segundo da trama que estava chegando ao fim. Consumidores, funcionários das lojas, funcionários responsáveis pela limpeza…todos parados assistindo a TV. E, de fora, avistamos essa cena como se observássemos um sociedade à qual não pertencêssemos.

Durante a semana, foram inúmeros os comentários que tive que ouvir sobre essa trama (¬¬) :

Na faculdade de Turismo:

Fulana: Quem você acha que matou a Taís?

Sicrana: Rapaz, num sei ó..estou doida pra ver o capítulo de hoje…

Na faculdade de Jornalismo:

Professor 1: – Gente! Tenho só mais uma pergunta antes de liberar vocês para o intervalo…Quem matou a Taís???

Professor 2: – Eu assisto a novela mesmo! Sou noveleiro e assumo! Mas tenho uma desculpa aceitável. Assisto para poder criticar…

Em família:

- Girlene, muda pra Globo porque já deve ter começado “Paraíso Tropical” !!

- Quem será que matou a Taís? Quem? Quem?

- Eu sabiiiiiiiiiiiiia que tinha sido o Olavo que tinha matado ela!! Sabia! Sabia!

No intervalo da faculdade de Turismo:

- Espera mana! Estou assistindo “Paraíso Tropical” !

No curso de inglês:

Teacher: - Como assim!! A Girlene não gosta de novelas??? Num acredito!!!

—————————— x ————————–

Hellooooooooooooooooo!

O que tenho a ver com isso?

A persuasão que a mídia, principalmente a novela, exerce em relação a sociedade é abusiva. Muitas pessoas param suas respectivas atividades para acompanhar dramas e fazer a catarse de cada dia.

  • Agora chega o momento de analisar:
  1. Quantas modas se aderiu por causa da tal novela?
  2. Quantos pensamentos foram deturpados por causa dela?
  3. Quantas atitudes foram modificadas?
  4. Contribuiu ou danificou?

Fica a análise de cada um.

O que a novela contribuiu na minha vida mesmo??





Por quê um blog?

27 09 2007

Confesso que há tempos já queria ter iniciado um blog, mas ainda não tinha conseguido pelo mesmo motivo que talvez você também use : falta de tempo. Os horários das atividades cotidianas me fizeram crer na impossibilidade da existência desse. Então, por que escrever?

 

Habituada à leitura, escrita e comunicação, sempre gostei muito de escrever. Assim como para muita gente, escrever para mim é organizar as idéias para que elas possam ser melhor refletidas, seccionadas, e postas à prova. Escrever pode fazer muito bem, como também pode fazer muito mal. Esse foi o caso. O ato de escrever, nem que fosse no diário..rsrs..foi me desapontando em certos âmbitos. Afinal, querendo ou não, escrever fixa melhor as idéias relacionadas e te expõe mais a elas. Foi o caso. E então, cessei um antigo hábito. Com o passar do tempo, (isso aqui tá parecendo estorinha pra criança dormir! Num dormi não viu?) um aspecto já estava bem claro na minha vida queria trabalhar com Comunicação Social. Obviamente haveria de voltar a escrever, (você consegue imaginar uma jornalista sem escrita aceitável? Pois é..Tem-se que praticar. Mas não me julguem tanto ainda. Sou acadêmica! ^^) e então usando mais uma vez a desculpa da falta de tempo, (vocês sabem que não existe falta de tempo né? O que há é a péssima administração dele.) fui me me contentado aos pequenos trechos os quais poderiam ser desenvolvidos em grandes blocos de conteúdo útil. Teoricamente ainda estou de férias da UFAM, então tive mais tempo para ressussitar essa idéia interessante. Já estive num blog de outro domínio. Mas gostei desse daqui e é aqui que vou ficar. Rs!

 

Mas não pensem que esse vai equivaler a um diário de uma garota crescida, esse só foi o post inicial, mais “emocional”. Só para inaugurar mesmo. Tenta-se, por meio desse espaço, melhorar a capacidade de expressão e liberdade. Principalmente para aqueles que desejam compartilhar/discutir/debater pensamentos relativos aos mais variados aspectos, assim como a autora do blog. E você, que está aí sentado(a) nesta cadeira em frente a este componente tecnológico, pode visitar, opinar, conflitar sobre os mais variados assuntos, explícitos ou não.

 

Então, sejam muito bem vindos ao blog “Ora, ora; pois, pois!”, de onde vem esse nome? Ah! Ora, ora; pois, pois! ;D

 

Girlene Medeiros.